Na mitologia grega, Ícaro, filho de Dédalo, ficou durante um tempo aprisionado.
O seu pai, que estava preso com ele, lhe construiu asas e lhe deu a possibilidade de voar, mas com uma condição: como as asas e as penas eram de cera, o vôo não poderia ser muito alto, muito perto do sol, porque senão, o calor derreteria tudo. Também não poderia ser muito perto do mar, porque a umidade deixaria as asas muito pesadas.
Acontece que, no momento em que Ícaro se viu livre, esqueceu os conselhos do seu pai. Ele quis chegar cada vez mais perto do sol.
E aconteceu o que seu pai previra: Ícaro perdeu as asas e caiu no mar.
Há duas maneiras de analisar o comportamento de Ícaro:
Quem de nós, com a chance de "voar" nas mãos, não esqueceu das possíveis consequências dos seus atos? E quem, por outro lado, no momento de sentir o gosto da liberdade, pensou em todos os custos que isso poderia trazer, e por medo, não saiu do seu limite?
Ícaro pode nos trazer grandes e boas lições.
Uma delas é que, sonhar tem um preço e cabe a nós, pagá-lo ou não. Você é quem pode decidir se voar vale a pena, e se quer correr o risco de ver as suas asas de cera derretidas a ponto de lhe fazerem cair no mar.
Lembro bem quando estava viajando pelo nordeste. A viagem em si, já foi uma grande mudança.
Mas o principal acontecimento estava por vir. Quando cheguei a Porto de Galinhas - PE, escolhi a mais radical das opções turísticas, o mergulho com cilindro. Adicione ao fato de mergulhar a quase 10 metros, o detalhe de NÃO saber nadar! Mas fui. Com um instrutor exclusivo, e muita dificuldade de me adaptar à forma de respirar no fundo do mar. Claro que pensei em desistir! O medo de perder o controle e me entregar àquela sensação imensa de liberdade, quase me paralisou.
Mas o que me lembra Ícaro nessa história foi o que aconteceu durante o mergulho. Primeiro, toquei no fundo do mar, incrível. Vi os peixes tão de perto, passando por mim. Percebi, de lá do fundo, como existe tanta coisa nesse mundo, que a gente nem se dá conta, achando que o "nosso mundo" se basta.
Como Ícaro, aproveitei aquele momento de estar perto do sol, cada vez mais perto e querendo ainda mais, sem medo de perder as minhas asas.
Por que ao invés de pensar na queda de Ícaro, não pensamos no que ele sentiu e viveu ao poder voar? Ao poder realizar um dos maiores sonhos do ser humano, que é VOAR!
O seu pai, que estava preso com ele, lhe construiu asas e lhe deu a possibilidade de voar, mas com uma condição: como as asas e as penas eram de cera, o vôo não poderia ser muito alto, muito perto do sol, porque senão, o calor derreteria tudo. Também não poderia ser muito perto do mar, porque a umidade deixaria as asas muito pesadas.
Acontece que, no momento em que Ícaro se viu livre, esqueceu os conselhos do seu pai. Ele quis chegar cada vez mais perto do sol.
E aconteceu o que seu pai previra: Ícaro perdeu as asas e caiu no mar.
Há duas maneiras de analisar o comportamento de Ícaro:
Quem de nós, com a chance de "voar" nas mãos, não esqueceu das possíveis consequências dos seus atos? E quem, por outro lado, no momento de sentir o gosto da liberdade, pensou em todos os custos que isso poderia trazer, e por medo, não saiu do seu limite?
Ícaro pode nos trazer grandes e boas lições.
Uma delas é que, sonhar tem um preço e cabe a nós, pagá-lo ou não. Você é quem pode decidir se voar vale a pena, e se quer correr o risco de ver as suas asas de cera derretidas a ponto de lhe fazerem cair no mar.
Lembro bem quando estava viajando pelo nordeste. A viagem em si, já foi uma grande mudança.
Mas o principal acontecimento estava por vir. Quando cheguei a Porto de Galinhas - PE, escolhi a mais radical das opções turísticas, o mergulho com cilindro. Adicione ao fato de mergulhar a quase 10 metros, o detalhe de NÃO saber nadar! Mas fui. Com um instrutor exclusivo, e muita dificuldade de me adaptar à forma de respirar no fundo do mar. Claro que pensei em desistir! O medo de perder o controle e me entregar àquela sensação imensa de liberdade, quase me paralisou.
Mas o que me lembra Ícaro nessa história foi o que aconteceu durante o mergulho. Primeiro, toquei no fundo do mar, incrível. Vi os peixes tão de perto, passando por mim. Percebi, de lá do fundo, como existe tanta coisa nesse mundo, que a gente nem se dá conta, achando que o "nosso mundo" se basta.
Como Ícaro, aproveitei aquele momento de estar perto do sol, cada vez mais perto e querendo ainda mais, sem medo de perder as minhas asas.
Por que ao invés de pensar na queda de Ícaro, não pensamos no que ele sentiu e viveu ao poder voar? Ao poder realizar um dos maiores sonhos do ser humano, que é VOAR!
Ao contrário de julgar a sua atitude como ambição extrema e desobediência ao pai, podemos olhar essa história com os olhos de quem quer e precisa sentir o gosto da liberdade.
Cabe a cada um de nós entender e reinventar na sua vida, o sonho de Ícaro.
Ou pelo medo de tentar, ou pela coragem de voar.
Cabe a cada um de nós entender e reinventar na sua vida, o sonho de Ícaro.
Ou pelo medo de tentar, ou pela coragem de voar.
oi, muito bonito!
ResponderExcluirbjsss
Adriana Haddad
Ótima reflexão Manu!!
ResponderExcluirBjoo